quarta-feira, outubro 31, 2012

POESIAS DO CORAÇÃO

A poesia tem sido a forma melhor de expressar os pensamentos, idéias, sentimentos e ideais de muitos que procuram nas palavras e nas rimas se fazer entender e mostrar o quão importante aquilo pode significar para todos que as leiam.

Uma poeta muito conhecida minha, a quem tenho por elevada estima e consideração, por sinal, minha esposa querida, tem selecionado inúmeros poemas para assim proporcionar na forma de um livro, a singeleza dos versos por ela escritos, à todos a oportunidade de se deleitarem com tão rebuscada sinfonia de versos e prosas, voltados ao povo cristão e a todos aqueles que descobrirem neles a oportunidade de conhecer mais as coisas de Deus.

Para tanto posto aqui para já sentirem o gostinho do que há de vir, algumas poesias escritas por Luiza do Valle Freitas Faria, minha amada esposa.


ORAÇÃO PARA A IGREJA
Quando, Pai, nos reunimos para agradecer
o que ontem bem fizeste e ainda vais fazer,
nós vimos, de joelhos à beira do altar,
te pedir que sigas a nos abençoar.

Torne-nos a comunidade da missão,
santa porque concentrada na comunhão.
Desenvolva, te peço, estes braços meus
para amar aqui na terra e ligar nos céus.

Faça-nos, Senhor, a igreja do coração,
que valha mais que a necessária razão
e acolha quem veio e quem ainda não chegou
para que sejamos o lar que Deus formou.

Dê a cada um o doce espírito da unidade
para vermos o bem da heterogeneidade
do gosto diverso e da variada experiência
que nos torna fortes na tua dependência.

Senhor, ensina-me a viver no teu temor,
não porque dê bons resultados, embora dê,
mas por causa apenas do nosso amor.

Ajuda-me a ver toda a minha inutilidade
mesmo quando faço da justiça o meu farol,
porque apenas irradio a tua luz de fidelidade.

Não permita que eu me torne arrogante,
mas, se eu cair, tenha misericórdia de mim
e me pegue no colo para não ficar cambaleante.




PREGAÇÃO

Não é discurso bem orquestrado,
Nem conversa dinâmica de grupo.
Nem exposição da ciência ou perspicácia humana...
Nem tão pouco pauta ou argumentação
Pregação é exortação!
É de Deus (imperativo)
Trata-se simplesmente da VERDADE.

Quem é o pregador?

O pregador é um ser humano consciente e carente. Da misericórdia e da graça de Deus.
Compartilha a cura que encontrou...
Esteve  faminto  e desesperado
E que agora conta sobre o  alimento que o conforta...
Ah, o pregador é aquele homem desiludido.
Pincelando a esperança a cada amanhecer renovada...
Viajante sem guia,
A  falar  da bússola que lhe foi enviada
O que é pregação senão a experiência compartilhada?
De uma vida diária com o Espírito Santo
Que ultrapassa a naturalidade das coisas
Até conectar-se a essência maior deste amor.

domingo, setembro 09, 2012

O QUE SIGNIFICA UM "NÃO LUGAR"?

Me lembro daquela canção na Igreja, quando adolescente: " O Céu é um lugar maravilhoso, cheio de Glória e Gozo! Eu quero ver meu Salvador: O céu é um lugar maravilhoso."
 
Entendemos que quando falamos em um lugar, imaginamos um espaço onde possamos ir e nos identificar, sentir algo especial, um lugar bom, ninguem quer ir para um lugar ruim, desagradável, sem expressão e continuar lá, não é?
 
O sociólogo Zygmunt Bauman em Modernidade Líquida classifica o “não lugar” da seguinte maneira: “Um não lugar é um espaço destituído das expressões simbólicas de identidade, relações e história: exemplos incluem aeroportos, auto-estradas, anônimos quartos de hotel, transporte público...” Gostaríamos de partir desta definição para trazer um alerta a respeito daquilo que algumas igrejas estão se tornando ou podem se tornar. Nosso questionamento parte do pressuposto de que a igreja do Senhor - remanescente fiel - jamais será um não lugar, pois está para além de grupos evangélicos, espaços religiosos e denominações. Entretanto, percebemos alguns movimentos que nasceram com a bandeira cristã e estão se diluindo, consumidos por interesses que não são os interesses do evangelho.
 
1. Uma igreja se transforma em um não lugar quando sua proposta se fundamenta na exploração do ser humano ao invés da doação.
 
A igreja como comunidade de Deus é formada por pessoas que abençoam outras pessoas e não um lugar sem afeto e continuidade. Temos percebido que algumas igrejas estão desenvolvendo estratégias que se diferem da proposta original do evangelho. O modus operandi visa extrair o que as pessoas têm, e não ajudá-las a ser o que Deus deseja que sejam. Na medida em que o foco é retirar e não doar – coisa do evangelho -, aquele ambiente se torna um não lugar pelo fato de que não existe interesse genuíno pelo indivíduo enquanto pessoa carente de Deus e de salvação, mas uma tática de exploração aos que passam pelo lugar que de fato é um não lugar.
 
2. Uma igreja se transforma em um não lugar quando prioriza o solilóquio (monólogo) em detrimento do colóquio (conversação).
 
A igreja como comunidade de Deus não pode deixar de ser agência de transformação histórica fortalecida pelo diálogo e pela transparência. Quando uma igreja se transforma em um lugar onde o diálogo é desprezado em função de uma proposta qualquer termina sendo na verdade aquilo que não deveria ser: um não lugar. Um lugar sem relacionamentos profundos e sem desenvolvimento pessoal que possibilita crescimento.
 
3. Uma igreja se transforma em um não lugar quando valoriza uma atuação momentânea sem desdobramentos futuros.
 
A igreja como comunidade de Deus precisa atuar de forma integral em sua missão libertadora, tendo seus olhos abertos aos clamores do mundo perdido. O que deve provocar um olhar para além das fronteiras da própria comunidade de fé. Quando uma igreja vive de espetáculos como que estivesse representando, embora esteja desenvolvendo muitos papéis dentro do programa local, deixa de ser um lugar de transformação para ser um lugar de exibição. Um lugar de performance sem interesse legítimo pelo outro. Como John Stott afirmou: “Toda atividade cristã se não for uma expressão de amor a Deus e ao próximo, é uma demonstração de falsidade, de gestos vazios e sem significado”.
 
4. Uma igreja se transforma em um não lugar quando se organiza como recinto religioso de consumo sem proposta de profundidade em Deus.
 
A igreja como comunidade de Deus precisa rechaçar a superficialidade, marca de nossa sociedade pós-moderna que fabrica indivíduos que não desenvolvem seu potencial, não criam vínculos reais e vivem de experiências de satisfação. Quando uma igreja fortalece esta visão consumista ela se distancia do desígnio de Deus, transformando-se em um não lugar. Um lugar de consumo e um espaço que oferece um momento para ser desfrutado e não um lugar de permanência e de construção com Deus e com o próximo.
 
5. Uma igreja se transforma em um não lugar quando se distancia de sua missão como portadora da Boa Notícia e dos valores do Reino de Deus.
 
A igreja como comunidade de Deus não pode ser um lugar efêmero e apenas de passagem – como um hotel, aeroporto, banco, supermercado ou um fast-food – pois nasceu com a missão de ser lugar de vida para os que carecem sem esperança. A missão da igreja não combina com um lugar destituído de identidade e que valoriza a transitoriedade.
 
6. Uma igreja se transforma em um não lugar quando se transforma numa empresa comercial onde se manipula os individuos na sua extrutura emocional e psicologica com artifícios místicos com intuito de levantar recursos financeiros com vendas de objetos diversos.
São vários os exemplos que temos visto ou pelo rádio, tv, meio de comunicação em massa, verdadeiras fortunas são levantadas em nome do evangelho, sendo que o próprio Jesus renegou essa prática com muita fúria e indignação. Quando chegou em Jerusalém, Jesus foi ao templo e ali começou a expulsar os que estavam comprando e vendendo. Derrubou as mesas dos cambistas pelo templo. E os ensinava dizendo: "Não está escrito: 'A minha casa será chamada casa de oração para todos os povos'? Mas voces fizeram dela um covil de ladrões'"(MC 11:15-17).


O que ele viu? Mascates. Mercadores da fé. O que revoltou tanto a Jesus? Qual foi seu primeiro pensamento quando entrou no templo? As pessoas do templo faziam comércio da fé. O que vemos hoje? Temos igrejas comercializando a fé? Vendas de lenços, toalhas, chaves, oleo, meias, etc, talismãs da fé, uma vergonha.
 
 











Ser igreja é permanecer em Cristo (Jo 15.3-7), permanecer no amor (Jo 15.17); permanecer na comunhão (At 2.42); permanecer no partir do pão (At 2.42); permanecer na misericórdia (Lc 6.36); permanecer na Palavra de Deus (Jo 8.31); permanecer no ensino dos apóstolos (At 2.42); enfim permanecer em uma missão transformadora (Lc 4.18).
 
Uma igreja jamais será um não lugar se permanecer focada na missão dada por Deus.
 
Chega de shows, teatros, festas santas camufladas onde o Lider é o maioral e Jesus está em segundo plano, cultos individualistas onde o EU SOU impera e CRISTO SALVA é o que menos se fala.
 
Donos e fundadores de igrejas andando de limosines, vendendo a fé aos fiéis que muitas vezes entregam tudo que tem precionados por lideres treinados que pouco se importam com as ovelhas e querem mais e mais para o seu desfrutar.
 
Que Deus seja misericordioso e piedoso, mas sabemos que o fim deles é indescritível, a palavra de Deus diz: olhos daque"E não há criatura alguma encoberta diante dele. Todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas." (HB 4:13)

sexta-feira, janeiro 27, 2012

UM DIA DE CADA VEZ


Viver é uma arte, quando se entende que viver não é apenas existir. Vegetar é uma coisa; viver é outra.

Não basta viver; é preciso viver bem, o que não se consegue senão a poder depurada técnica. Todo homem deve ter, pois, a sua filosofia de vida - uma espécie de manual do bom viver.
Cristo foi mestre consumado dessa matéria. Uma das regras que ele ensinou para a conquista do êxito foi esta: viva-se um dia de cada vez.
A vida é como alimento, que deve ser dividido em bocados, ou como a água, que deve ser ingerida aos goles para que não sobrevenha a morte por asfixia. Não se deve viver empanturradamente, compactamente, por antecipação, somando o futuro ao presente. Hoje há de ser simplesmente hoje e não hoje mais amanhã.

No sermão do monte, Jesus advertiu:
"Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, pois o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal" (Mateus 6:34).

Sempre dentro desse esquema, Cristo, na oração dominical, ensinou-nos a pedir o pão de cada dia:
"O pão nosso de cada dia no dá hoje" (Mateus 6:11).

O mesmo método se aplica ao sofrimento. A cruz que nos toca levar será a de cada dia e não a de muitos dias juntos:
"E dizia a todos: se alguém quer vir após mim negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me" (Lucas 9:23).

Quantas vezes deixamos de gozar a felicidade do presente pensando nas supostas desgraças do futuro! Ou fazemos diferente, mas nem por isso menos mal: deixamos de gozar a felicidade do presente pensando na felicidade do futuro. Felicidade também suposta.
Horácio foi exato quando disse: Quem transfere a hora de fruir a vida na plenitude assemelha-se ao camponês que espera que o rio seque para atravessá-lo.
O psicólogo William Moulton Marsten fez a 3.000 pessoas a seguinte pergunta: Qual a sua razão de viver?
O resultado do inquérito deixou-o surpreendido porque a quase totalidade dos interrogados - 94% - confessou que suportava o presente na expectativa de um futuro melhor.
Uns aguardando uma sonhada viagem; outros, melhoria de emprego; ainda outros, aposentadoria. Todos esperando por um bilhete premiado, como se a vida fosse loteria!
Errado.


UM POUCO DE SOL

 

Estou Construindo Uma Catedral

 

Dois pedreiros estavam assentando tijolos. Alguém que passava perguntou a um deles:
- Que é que o senhor está fazendo?
- Estou levantando uma parede.
- E o senhor? - perguntou ao outro.
- Eu estou construindo uma catedral.

Os dois eram operários. Usavam a mesma ferramenta. Utilizando-se do mesmo material. A obra que faziam era a mesma. Mas um apenas construía, enquanto o outro construía uma catedral.
Na vida acontece o mesmo. Uns simplesmente vivem; outros sonham. Estes vivem, aqueles vegetam.
A vida tem o sentido que lhe damos. Pode ser aventura e pode ser rotina. Excitante ou insípida. Vulgar ou nobre. Vida ou vidinha, segundo o nosso estilo de vivê-la.
Até nas coisas banais. Eis um jardim: alamedas, canteiros, flores, pássaros, cor, perfume.
Para alguns aquilo é jardim e para outros um mero quarteirão a mais na cidade grande.
Jesus sempre esteve entre os primeiros: "Olhai as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai Celestial as alimenta... Olhai os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam" (Mateus 6:26, 28).

Para cada um de nós Deus tem sempre um poema para ser lido na página de um dia antes da página de outro dia. Pode ser um sorriso de criança, uma bênção de mãe, um sussurro de prece, um fumo de chaminé, um apito de fábrica, uma caçarola fervendo, um canteiro de verdura, um pôr-do-sol. Que felicidade de pobre também é felicidade... quando ele sabe ser rico de felicidade.
Faz-nos pensar na história do matuto.

Conversavam os dois, ele e um jovem enamorado em uma noite de luar.

- Que noite linda - diz o moço num suspiro.
- Linda, sim, pra caçar tatu, resmunga o outro, cuspindo pro lado.

Moral da história: enquanto uns levantam paredes, outros constroem catedrais

quinta-feira, dezembro 22, 2011

O NATAL NO MUNDO

Queridos amigos, leitores que me acompanham nesse blog. Modestamente tento mostrar as facetas de um momento em que o mundo num todo, tenta viver, como se fosse o descortinar de uma vida melhor, pelo menos pelo período em que o clima natalício envolve a todos com suas músicas, enfeites, festas, reunião familiar, etc, etc... 


Farei um pequeno preâmbulo sobre o Natal no Mundo, onde os costumes se misturam e muitos, mesmo sem acreditarem no verdadeiro significado do Natal, o comemoram como mais uma data festiva onde podem passar momentos agradáveis, as vezes em absoluto extase emocional, buscando no Papai Noel e nos presentes dados e recebidos o principal motivo dessa idéia errônea e absurda que o mundo faz do Natal.

A comemoração religiosa do Natal só foi iniciada no século IV quando o Papa Júlio I levou a cabo um estudo intensivo sobre a data de nascimento de Jesus Cristo e acabou por estabelecer oficialmente o dia 25 de Dezembro para as celebrações. Durante os três primeiros séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. A festa do Natal foi introduzida na Igreja Romana no século IV e, somente no século V, estabelecida oficialmente como festa cristã. Uma das tradições mais marcantes do Natal é a Árvore de Natal. O mundo inteiro comemora o Natal, sendo que todos possuem maneiras próprias de comemorar.


O Natal nos Estados Unidos: SAUDAÇÃO: "Merry Christmas". A época dos festejos natalinos, fazem com que os Estados Unidos fique repleto de cor e brilho. Algumas semanas antes do Natal, milhões de pessoas percorrem as lojas em busca dos presentes para a família. As decorações de lojas e Shopping Centers são conhecidas mundialmente. O clima natalino pode ser sentido nas casas, nas decorações com lâmpadas coloridas, bonecos de neves, velas e guirlandas feitas de plantas verdes, completando assim uma estação de muita alegria. Na véspera de Natal, vizinhos se unem para cantar canções de Natal, mostrando o espírito de confraternização. As crianças penduram meias na lareira e na manhã do dia 25 de dezembro  abrem os presentes, o prato típico americanos é o peru recheado acompanhado de frutas tropicais.


O Natal na Itália: SAUDAÇÃO: “Buon Natale". O Natal na Itália é cheio de conhecimento ligado ao significado religioso. Quando acaba a ceia, as pessoas esperam a meia-noite jogando cartas, até o momento em que poderão abrir os presentes e ir à Missa da Meia-Noite. As festas se concluem com a "Epifania", dia 6 de Janeiro, dia em que os reis magos deram os presentes ao Menino Jesus. As crianças esperam a visita da “Epifania”, que traz presentes para os bons e castigos para os maus meninos. De acordo com a lenda, os três Reis Magos pararam durante sua ida até Belém e pediram comida e abrigo para uma velha senhora. Ela negou ajuda e eles então seguiram viagem cansados e com fome. A velha senhora sentiu depois  um aperto no coração, mas os Reis Magos já estavam muito longe. A lenda conta que Epifania ainda ronda pelo mundo procurando o menino Jesus e tem várias formas: uma rainha, uma fada, uma velha ou uma bruxa.
O Natal na Suécia: SAUDAÇÃO:"God Jul". O Natal na Suécia é dos mais típicos e tradicionais, em especial porque o país está situado no extremo norte da Europa e sempre tem um Natal coberto de neve. Na Suécia é costume enterrar, no dia 25 de dezembro, uma semente de cevada. Quando chega a germinar, o que não é nada fácil, o acontecimento é considerado prenúncio de boas colheitas.
O Natal em Portugal: SAUDAÇÃO:"Boas Festas". O Natal é uma dos festejos mais importantes no país. Em Portugal, as celebrações têm um grande pendor religioso. No entanto, o aspecto mais importante e que predomina é da festa da família, ocasião para por as desarmonias de lado, voltar ao local de procedência e comemorar com os pais, avós e outros familiares. A comemoração religiosa do Natal começa à meia-noite do dia 24 de Dezembro com a Missa do Galo. O objetivo é festejar o nascimento de Jesus Cristo, que a Igreja Católica atribui a este dia. Os fiéis vão à Igreja para a cerimônia, voltando após para a sua casa onde se reúnem para a ceia e abrem os presentes. A denominação de Missa do Galo deve-se à lenda que afirma que um galo cantou nessa hora para anunciar o nascimento de Jesus Cristo.
O Natal na Espanha: SAUDAÇÃO:"Feliz Navidad". O verdadeiro Natal só começa no dia 22 de dezembro que é o dia em que se realiza o sorteio da Loteria de Natal. Este sorteio é o mais importante do mundo pela sua propagação em toda a Espanha. Esse é o ponto de partida do Natal. A tradição da Nochebuena (noite antes do Natal) é totalmente familiar, por costume, os bares e restaurantes não abrem nessa noite. Faz-se uma ceia em família, com menu variado, sendo o mais comum o marisco ou as aves. As sobremesas, são torrões e tortas, alguns doces de origem árabe com amêndoas e mel. Às 12 horas, os católicos praticantes, dirigem-se à igreja para a tradicional Missa do Galo.
O Natal na França: SAUDAÇÃO: "Joyeux Noel". Feirinhas natalinas, concertos nas igrejas, a espera de Papai Noel e os pratos peculiares são algumas das tradições natalinas francesas. Os franceses, como bons mestres da melhor cozinha, preparam com requinte a ceia de Natal. É comum comer patê de fígado de ganso, uma espécie de embutido de cor branca que se chama "boudin blanc” e peru assado. Como sobremesa, se serve “la bûche de Noël”, um pastel em forma de tronco recoberto de chocolate e recheio de creme ou trufa.
O Natal na Alemanha: SAUDAÇÃO:"Frohliche Weihnachten". A Alemanha é o país que, de acordo com os historiadores, viu nascer a árvore de Natal por volta do século VIII e, portanto os pinheiros adornados enfeitam praças e lugares em todas as cidades durante o mês de Dezembro.
O Natal na Grécia: SAUDAÇÃO:"Eftihismena Christougenna". As Festas na Grécia são comemoradas com sobriedade. O São Nicolau é importante na Grécia por ser o santo padroeiro dos Marinheiros e navegantes em geral.
O Natal na Polônia: SAUDAÇÃO:"Boze Narodzenie". Para os poloneses, a véspera de Natal é um momento do recolhimento e de harmonia com a família. Na Polônia, as tradições natalinas tem como maior característica a construção de presépios em casas, igrejas, em praças das cidades, e nas vitrines das lojas, assim como nos ambientes de trabalho, entre outros.

O Natal na Lapônia: SAUDAÇÃO:"Hauskaa Joulua". A região da Lapônia, na Finlândia, consta na história como a terra da lenda do velho Nicolau, o Papai Noel. O mais interessante é que o Papai Noel da Lapônia recebe aproximadamente 700 mil cartas por ano, de cerca de 150 países, com pedidos de presentes, principalmente brinquedos.



No Brasil, as comemorações começam cedo, lojas e o comércio em geral já promovem suas mercadorias das mais variadas maneiras com alegorias natalícias buscando o maior número de compradores possível. Nas casas o espírito do Natal já envolve a todos, enfeitar a casa com o pinheirinho de Natal iluminados, presépios, que são a tradição que envolve todos, até mesmo alguns ateus que procuram aproveitar das guloseimas e festejos, pois podem acreditar no Papai Noel comercial, que foi infiltrado para desvirtuar e afastar a todos da idéia principal do Natal. Ruas, prédios inteiros recebem as luzes, árvores enormes são colocadas e enfeitadas nas principais avenidas, tudo chama a uma unidade fraternal de amor e alegria. Famílias se reúnem em grandes ceias, presentes distribuídos sob a árvore e entregues na véspera ou mesmo no dia 25.


Em todo o universo constatamos que as festividades natalinas apresentam características próprias e culturais, porém eivadas do cunho mercantil. Cabe a nós, evangélicos, nestes dias de confraternização natalina abdicar dessa cultura mercantilista que nos foi imposta e pregar que Jesus não está indefeso numa manjedoura, mas que nasceu, cumpriu todo o propósito de Deus, morreu, ressuscitou e hoje reina sobre nossos corações e pensamentos pelo poder do Espírito Santo, que está em nós como Senhor de nossas vidas.


Confraternizar é bom, aceitável desde que da forma correta e sinceramente direcionada para o principal motivo, já que o momento é de comemoração do nascimento do Messias, nada mais do que justo, dar a Jesus Cristo, toda honra, toda glória e a ele cantar louvores à sua majestade e formosura, nos céus e na terra, que todos digam... AMÉM.

sexta-feira, dezembro 09, 2011

NATAL DE CRISTO

Em quase todo o mundo centenas de milhões de cristãos preparam-se para celebrar, no corrente mês, o nascimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o Verbo de Deus, o qual “se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1:14)

Não obstante ignorar-se a data do Seu nascimento, comemoramos o magno evento com um misto de reverência, gratidão e júbilo, pois se não houvesse Natal (nascimento de Jesus) o ser humano perder-se-ia para sempre.

Festejar condignamente o Natal é uma bênção e inspiração para todos quantos nasceram do Espírito (João 3:5,6,8) ao tornarem-se filhos de Deus pela fé em Cristo. (Gálatas 3:26)

Viver diariamente o Natal de Jesus, nos nossos corações, conforta-nos, alegra-nos, torna-nos felizes.


Para muitos, triste é dizê-lo, o Natal não passa de uma boa oportunidade para se fazer negócio ou participar em festins, filantropia de fachada, armistícios de conveniência política, religiosidade formal… eis no que se transformou, em não poucos indivíduos, essa maravilhosa realidade que é a natividade de Jesus.

Transcrevo aqui os versos de Fernando Martinez que ilustra um pouco algumas verdades por traz do Natal em que se visa somente o lado filantrópico e comercial:

“Dar bodo aos pobrezinhos 
e enxovais pra  bercinhos 
procurando ser bonzinhos: 
É natal filantrópico. 
Silenciar o canhão 
em tréguas de ocasião 
chamando ao inimigo 'irmão': 
Isto é natal político.
Participar em festanças, 
em banquetes e em danças; 
trocar cartões e lembranças: 
Eis o natal social.
As montras iluminar 
e as ruas engalanar
pra mil coisas traficar: 
É natal comercial.
O velho presépio armar, 
na missa-do-galo estar 
pra ladainhas cantar: 
É natal religioso. 
O Natal espiritual,
não é nada de formal, 
nada de convencional; 
 é Cristo Jesus nascer 
no intimo do nosso ser, 
e Nele sempre viver!”

Natal, o Natal de Jesus Cristo, é sempre uma expressão doce, querida, desejada. É uma palavra que, qual flor odorífera, exala o suave e agradável aroma do amor, da paz, da esperança, da salvação.

Nesta quadra do ano, o crente sensível à graça divina recorda, com um frêmito de emoção, a natividade de Jesus, o Redentor do mundo e nosso eterno Rei e Senhor. De fato, o acontecimento é de tamanha importância para o gênero humano, que seria impossível olvidá-lo.

Celebra-se, no mundo, o nascimento de guerreiros e políticos, de historiadores e poetas, de filósofos e cientistas, de escultores e pintores…, com mais forte razão deveria lembrar-se, de modo muito especial, a vinda à Terra do Salvador da humanidade.

Independente da data escolhida, não  importa, se foi nessa ou naquela, porque para Deus não importa,  o fato maior e inolvidável é que se sinta a importância do nascimento de Jesus e se comemore, relembrando para que todos possam memorizar os fatos ocorridos no seu nascimento, nascimento esse que acontece a cada dia e em todos os momentos na vida daqueles que o aceitam como Senhor e Salvador.

Natal é para nós, seguidores de Jesus, uma palavra reconfortante, um vocábulo portador de uma mensagem de esperança e certeza. Por entre o negrume das trevas do materialismo e do pecado que domina os povos, refulge intensamente esta luz multissecular – Natal.

Natal é um farol que nos indica – viajantes do encapelado mar da vida – o rumo certo  para a felicidade temporal e eterna. Natal é sinônimo de segurança, de refúgio, de estabilidade absoluta em Cristo. Natal é  outrossim um convite à paz, à concórdia, à fraternidade.

Natal fala-nos eloquentemente e fervorosamente de amor. Se não fora Deus amar-nos, Cristo Jesus jamais viria a este Planeta, por conseqüência  o Natal do Messias prometido não seria hoje um glorioso fato.

O Criador amou-nos antes da fundação do mundo quando concebia o plano da salvação; amou-nos durante as  dispensações  subsequentes,  preparando o caminho do nosso Redentor; amou-nos em Belém e no Calvário; amou-nos quando da ressurreição de Jesus. Ama-nos ainda hoje!

Exaltemos ao nosso Deus, que nos entregou seu Filho Jesus Cristo, para que todo aquele que nele creia tenha a vida eterna (João 3:16).

Lembremos que o verdadeiro Natal de Cristo é o que está dentro de nós, na certeza do seu nascimento, morte e ressurreição, comemore com sua família, amigos demonstrando que Jesus está hoje vivo em nós, que tudo que inventaram para comercializar ou paganizar essa data, não ofusque a luz que emana do nosso ser e que faz com que o brilho e a alegria do verdadeiro Natal possa, ainda que em meio a fantasias criadas com o intuito de ofuscar o brilho de Jesus, nos unir mais como povo santo e escolhido.




“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. E o Seu domínio não terá fim” Isaías 9



quinta-feira, dezembro 08, 2011

O DIA EM QUE A TERRA PAROU

Aqui estou de volta com um assunto que acredito vá fazer muitos pensarem de forma mais inteligente do que de costume.

São enormes a quantidade de  informações que recebemos  advindas de todos os lugares, mensagens com conteúdos filosóficos, sociológicos, religiosos e até mesmo ateístas, que nos bombardeiam as idéias e deixam muitos com os parafusos um pouco soltos.

Recentemente eu fiz um comentário em um blog... Ateus Atentos, (quem quiser ler que procure no google, não quero incutir ou desafiar alguém a ler tanta besteira), mas vamos lá... postei um comentário desafiando a pensarem sobre alguns acontecimentos que respaldam a veracidade bíblica, descobertas científicas que não podem ser refutadas, e o autor do blog excluiu meu comentário, espero que ele tenha lido primeiro, acredito..rsrs, mas creio que já serviu para ele ter alguma luz em meio as trevas que habitam em seu interior, assim espero.

Mas voltando ao assunto que hora penso em compartilhar, àqueles que se interessam por curiosidades cientificas e que comprovam de maneira irrefutável a história bíblica e que hoje pode ser relacionado com os fatos descobertos cientificamente.

Espero que aqueles que procuram obscurecer a inteligência humana com seu ateísmo pedante numa tentativa irracional de serem ouvidos, possam deixar entrar um pouco de racionalidade e luz em seu interior obscuro e distante de Deus.

O DIA EM QUE A TERRA PAROU – Já foi até tema de filme, mas o que vamos relatar são os fatos bíblicos relacionados com a descoberta cientifica e que calou a voz de muitos incrédulos.


O texto Bíblico diz: “… E o Sol se deteve, a lua parou… O Sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro…E não houve dia semelhante a esse, nem antes nem depois dele…” (Josué 10:13).


Você acreditaria se alguém dissesse que a Terra ficou parada em seu movimento de rotação por quase 12 horas? Parece inacreditável, não é mesmo? Um fenômeno destes colocaria todo o Sistema Solar em Caos, pois com a suspensão da rotação terrestre, todo o equilíbrio gravitacional dos demais planetas seria afetado. Pois bem, por mais incrível que possa parecer, este fenômeno astronômico sem precedentes já ocorreu. De acordo com o que diz o texto Bíblico, não foi só o Sol que parou, mas sim todo o Universo! A explicação está na crença antiga de que a Terra era o Centro do Sistema Solar (Geocentrismo). Por isto, o texto menciona a parada do Sol e da lua.


Após o surgimento do heliocentrismo (O Sol como o centro do Sistema Planetário), estudiosos concluíram que este evento não poderia ter ocorrido e que tal registro Bíblico seria uma lenda. Milhares de anos se passaram, até que os cientistas pudessem desvendar mais este mistério.

Na década de 60, quando o Estados Unidos pretendiam colocar um homem em órbita terrestre, o assunto veio novamente à tona. Céticos como sempre, os cientistas já haviam esquecido o relato de Josué e “esta história absurda de um Deus que faz a Terra parar”… Mas afim de que nada pudesse falhar na corrida espacial, astrônomos precisaram calcular todo o movimento planetário. Órbitas da Terra, Lua, etc… Um erro nestes cálculos, e os astronautas ficariam perdidos no espaço por toda a eternidade… E foi justamente durante a realização destas pesquisas, que o assunto voltou a ser discutido. Os mais avançados Computadores de então, baseado no Goddard Space Flight Center da NASA (Greenbelt, Md) iniciaram o trabalho árduo de recalcular as órbitas planetárias. Entretanto, algo que nenhum cientistas esperava aconteceu: Em todos os cálculos realizados havia um erro de aproximadamente 12 horas e 20 minutos. Ou seja, este tempo estava “faltando” no cronograma universal! Analistas de sistemas foram consultados, programas de informática revisados, cálculos revistos, porém o problema persistia. Uma equipe da IBM foi chamada para descobrir possíveis defeitos no computador, mas nada foi detectado. A preocupação com a ida de Yuri Gágarin ao espaço aumentou ainda mais a pressão do governo norte-americano sobre os cientistas espaciais: Custasse o que custasse, mas a falha precisava ser descoberta.

Para piorar a situação, Kennedy não queria mais um homem simplesmente no espaço, mas sim na Lua! Um dos astrônomos da equipe ( Harold Hill – ele relata o fato em seu livro “How to Live like a King`s Kid) lembrou-se de que na sua infância havia ouvido contar uma história desta na Escola Bíblica de uma igreja que freqüentava com sua avô. O fato foi levado aos demais cientistas, que a princípio acharam um absurdo. Porém, qual melhor explicação sobre o assunto do que o relato do Velho Testamento? O problema estava quase solucionado, mas ainda faltavam 40 minutos! Um segundo problema surgia (relatado no Swedish Goteborgs Tidningen de 5 de Março de 1981) . Cientistas da Universidade de Estocolmo descobriram que a inclinação da Terra sofreu uma mudança brusca no dia 3 de Maio de 1371 A. C. Mesmo recusando-se à aceitar a explicação Bíblica, não houve outra solução à não ser continuar as pesquisas sobre relatos históricos que pudessem comprovar a ausência deste tempo na história do Universo. Em Isaías 38: vs. 8 encontraram: “Eis que farei voltar atrás dez graus a sombra do relógio de Acaz…”. Nos tempos antigos eram usados relógios solares que mostravam as horas pela projeção da sombra sobre um haste. Estes relógios possuíam um semicírculo de 180° destinados às 12 horas de exposição ao Sol. Cada hora era equivalente a 15°, assim 10 ° seriam o mesmo que 40 minutos – Justamente o tempo que faltava ao fenômeno assistido por Josué para completar as 12 horas que milhares de anos depois os computadores da NASA descobriram estarem faltando! Há vários relatos bíblicos sobre este fenômeno:

 
"O sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro".  Josué 10:13.  

"O sol e a lua pararam nas suas moradas; andaram à luz das tuas flechas, ao resplendor do relâmpago da tua lança". Habacuque 3:11.  

"O que fala ao sol, e ele não nasce, e sela as estrelas". Jó 9:7 (Profecia e reconhecimento do poder de Deus, pois a época de Jó é anterior a de Josué).

O grande problema é que o Dia de Josué derruba a teoria do heliocentrismo e reforça o geocentrismo. Biblicamente toda a escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; "Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra". II Timótio 3:16-17

Um “longo dia” para Josué significou que em outras partes do mundo existiram “longas tardes”, “longas noites”, “longos crepúsculos”… Os hieróglifos do Egito registram “um dia de confusão no movimento dos astros”... Os registros chineses dão conta que no tempo do 7º Imperador o Sol parou no horizonte ao entardecer e não quis permitir a chegada da noite... Na América do Norte tribos como os Ojibaways, wyandot, Omahas, Dogrib possuem relatos que confirmam tanto o dia de Josué como o milagre de Ezequias. Os anais de Chauhtitlan dos índios mexicanos registram uma longa noite. No Peru, Montesinos acusou Yupanqui Pachacuti II de ser o culpado pela “grande noite” em virtudes dos seus pecados… Deus Criador, pelo seu poder, em um única e exclusiva oportunidade, fez com que Todo o Universo parasse por 11 horas e 40 minutos e depois, para um reequilíbrio, girasse em sentido oposto durante 40 pequenos minutos. Tudo isto, para mostrar que acima das leis físicas que regem o Universo, existe um Ser que Criou e coordenas estas leis.

Milagres como estes são difíceis de ser aceitos, mas até mesmo o mais cético dos cientistas teve que acatar a veracidade dos fatos.

Segundo o que nos diz o texto bíblico, outro dia como este nunca existiu antes e nem haverá depois. Foi um fenômeno Único. Entretanto, Deus continua o mesmo. Não mudou. Continua fazendo com que coisas “impossíveis” aos homens, continuem acontecendo.

Afinal, Ele é o Senhor dos Impossíveis.