quarta-feira, novembro 02, 2011

ARGUMENTAÇÃO BÍBLICA PARA A NÃO ORDENAÇÃO DE MULHERES AO PASTORADO




Gostaria de compartilhar esse assunto polêmico que hoje já se tornou comum em muitas igrejas evangélicas. A ordenação de 'pastoras' é realmente bíblico ou não?  É simplesmente modismo, manifestação de um desejo que se camufla na hipótese de um chamado? Dentro do tema FICÇÃO OU VERDADE, procuraremos encontrar algumas respostas para esse dilema que é preocupante, e que muitos preferem deixar de lado, e preferem dar de ombros, e deixar rolar sem ao menos tentar entender mais sobre o assunto.


A questão da ordenação de mulheres ao ministério da Palavra tem sido objeto de discussão por parte de muitas pessoas em igrejas e seminários. É um assunto tão delicado que alguns preferem nem mesmo se pronunciar sobre ele. Normalmente, esse tema tem sido discutido mais sob a ótica cultural dos tempos bíblicos em relação ao tempo atual e dos direitos de igualdade entre homem e mulher. Por isso mesmo tem causado constrangimento em alguns meios, tornando-se um assunto melindroso. O debate tem sido mais em torno desses aspectos culturais e pessoais do que necessariamente exegético e talvez seja essa a razão do incômodo.
As posições giram sempre em torno de três opções: A primeira diz que mulher pode ser pastora; a segunda declara que a mulher não pode ser pastora e, a terceira afirma que não tem posição. De forma geral, aqueles que defendem a ordenação feminina ao pastorado usam argumentos baseados no avanço da civilização, na modernização dos tempos, no progresso humano e a crescente participação da mulher em outras áreas da sociedade. Nessa mesma linha, outros consideram simplesmente inevitável que as mulheres sejam ordenadas pastoras, pois, segundo pensam, essa é uma tendência irreversível. Naturalmente, ainda há aqueles que pensam sob o ponto de vista da igualdade e analisam a nova sociedade que Cristo construiu, fazendo de ambos um só povo, onde não há distinção entre homem e mulher (Ef 2.14-16). Do segundo grupo, que é contrário à ordenação das irmãs, alguns são simplesmente machistas, e não ponderam o assunto com sobriedade, e acabam relegando às mulheres uma posição quase humilhante. Alguns simplesmente ignoram as questões mais simples da teologia, sociologia, entre outras, para oferecer uma posição consistente. O terceiro grupo está dividido entre aqueles que temem ser dogmáticos por não encontrarem subsídios, e aqueles que não se importam com o assunto, como se isso não lhes dissesse respeito ou fosse importante.
No entanto, esse artigo deseja desafiar o leitor a uma reflexão teológica do assunto. Apesar de reconhecer que todos devem sempre considerar os tempos, e as mudanças culturais, creio que a Bíblia deva ser sempre o primeiro e último escrutínio para uma decisão assim. Como pastor, o espírito precisa ser bíblico, mesmo que isso implique em posicionamentos contrários à cultura ou à tendência por mais inevitável que seja. A voz profética, aliás, nem sempre obteve respaldo da moda. Tendo como base os escritos de alguns autores comprometidos com a Bíblia, quero propor a análise de determinados textos sagrados para provocar uma reflexão consistente em cada um (pelo menos que sirva de ponto de partida), para depois chegar a uma conclusão.

A pesquiza abaixo foi feita por minha esposa Luiza do Valle Faria, compartilho com todos e espero que possamos todos  vir a nos preocupar mais, sobre esse tema tão controverso:

[...]Uma igreja que se deixa guiar pela “autoridade espiritual de uma pastora” está em pecado.
 O esforço que se tem feito para ordenar mulheres ao pastorado, não significa que se quer 'valorizar a mulher', o que se faz, na verdade, é questionar a própria Palavra de Deus.
Isto é rebeldia, rebelião, e o que está no coração dos que assim se levantam é feitiçaria e idolatria.

A figura da “pastora” é mais um exemplo da apostasia dos últimos tempos que haveria de vir sobre a terra. A apostasia chegou, e o espírito de 'Jezabel' está ocupando o púlpito das igrejas.

A mulher não pode exercer autoridade espiritual na igreja de Cristo. A mulher que fizer isso estará usurpando uma autoridade que não é sua. Isto é pecado de rebeldia.

Querer fazer o papel que Deus não lhe deu é pecar como Saul, que fez as vezes de sacerdote sem ter sido ungido para esse ministério. Ele foi ungido rei, a pedido do povo que suspirava por um.  E o que ele fez foi um ato reprovável. O profeta Samuel disse: “porque a rebelião é como o pecado da feitiçaria...” I Sam 15.23a. Rebelião é rebeldia, rebelião é como o pecado da feitiçaria.

Uma mulher temente a Deus jamais se deixaria ordenar pastora. Jamais se apresentaria diante de uma comunidade para ser guia de almas. Sentir-se-ia incomodada por ser chamada de “bispa” ou “pastora”. Isto não lhe ficaria bem. O uso seria impróprio e indevido. As que assim se submetem, tem o espírito de Gideão, que foi chamado para ser Juiz do povo de Deus, mas cobiçou ser sacerdote.

Estamos vivendo a época das “pastoras”. Saibam todos: elas não foram chamadas, se auto-apresentaram para o que não foram comissionadas! Se intitulam “pastoras” sem terem sido vocacionadas (chamadas) por Deus. Essas mulheres nem estão se dando conta do grave perigo: se colocar debaixo do juízo divino por rebeldia.
[...]A pergunta é: Então, Deus não chama uma mulher para o pastorado? Não, Deus não quebra o princípio de autoridade estabelecido por Ele mesmo. A vocação (chamado) pastoral não é uma questão de ter capacidade ou não para desempenhar o ministério. Não é o caso de se dizer que o homem é pastor porque é mais capaz.
Ninguém pode pôr em dúvida a extraordinária capacidade de uma mulher, pois ela é tão capaz quanto o homem, pode fazer tudo o que ele faz. A questão é de autoridade espiritual, de vocação divina, de vontade de Deus.
Enfim, a questão é de obediência aos princípios estabelecidos por Deus. Uma mulher cristã jamais deveria 'cobiçar' autoridade espiritual, nem sobre seu marido, nem sobre sua família, nem na Igreja de Cristo.
Buscar ou fazer isto é rebeldia contra o Senhor. [...]Cobiçar autoridade espiritual é cair no mesmo pecado daquele querubim que foi expulso do céu, o Diabo. Quis ser aquilo para o qual não fora constituído nem revestido. O que ele cobiçou isto ele tem passado para as mulheres. O que aconteceu com ele, acontecerá com essas mulheres “pastoras”.
O marido cristão não deve permitir que sua mulher seja pastora. Consentir com isso é não levar a sério a Palavra de Deus.
Uma igreja que se deixa dirigir por uma “pastora” está em rebeldia para com a Vontade de Deus.
Portanto, a mulher não foi revestida pelo Criador de autoridade espiritual sobre o homem, daí não poder exercer governo espiritual, reger, dirigir, pastorear o povo de Deus. [...]Pastorear é superintender o povo de Cristo; alimentar e apascentar espiritualmente o rebanho.
O pastorado foi constituído para "assistir ao povo", cuidar das almas, dirigir as ovelhas com justiça e verdade.
RESUMINDO: pastorear é governar o povo de Deus edificando-o em todos os setores e aspectos da vida. A mulher, por uma questão de “princípio de autoridade”, não pode ser 'pastora', exatamente por não poder governar, nem reger, nem superintender a Casa de Deus, como se “pastor” fosse. O pastoreio é um ofício essencialmente espiritual.
Para o seu exercício é indispensável uma chamada da parte de Deus que se faz acompanhar de um revestimento de autoridade. À mulher não foi dada essa função espiritual, ela não recebeu de Deus autoridade para liderar espiritualmente à Igreja.
Ainda que a mulher tenha virtudes sublimes como a da simpatia, carisma natural, afabilidade, ela não foi ungida por Deus para dirigir as ovelhas de Cristo. Por conta desse princípio de autoridade que vem desde o Éden, Deus vocaciona alguns homens, designando-os para dirigirem Seu povo. [...]São os pastores.
ATENÇÃO: É bem verdade que há o registro do nome de mulheres no serviço do reino, nunca, porém, exercendo o pastorado.
Jamais foram mencionadas como “apóstolas, bispas ou pastoras”.
Essas mulheres jamais exerceram a liderança espiritual da igreja.
[...]Há os que são defensores ardorosos do pastorado feminino, afirmam que estamos vivendo novo tempo, nova sociedade, nova mulher, nova igreja! Não devemos por outro fundamento ao que já existe... Mas é bom que se saiba que o rumo da igreja não se define pela 'Sociologia', mas com Teologia Bíblica.
Se a mulher pode ou não ser pastora não é decisão dos machistas ou feministas. Também não se trata de alienação cultural. Porém, a posição deve ser de acordo com a Palavra de Deus, que apresenta um Senhor que vela pelos princípios que haveriam de reger sua igreja.
Deus não revestiu a mulher de autoridade espiritual para pastorear, então, quem pode alterar os princípios divinos, sem incorrer no pecado de rebeldia?

Perceba a insatisfação de Deus: “...os opressores do meu povo são crianças e mulheres estão à testa do governo do meu povo. Oh! Povo meu! Os que te guiam te enganam e destroem o caminho por onde deves seguir”. (Is 3.12).

O NT nos apresenta o Senhor chamando homens para pastorear. Encontramos homens sendo ordenados para o presbiterato (At.14.23)

E, havendo-lhes, por comum consentimento, eleito anciãos em cada igreja, orando com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido; enquanto nenhuma mulher fora chamada; O Senhor constituiu bispos, mas não se encontra nenhuma mulher sendo vocacionada para ser bispa (esta palavra não foi usada na época) (At.20:28)
"Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue;" em Filipos são encontrados bispos e não se vê destaque para "bispas" (Fp.1:1)
Paulo e Timóteo, servos de Jesus Cristo, a todos os santos em Cristo Jesus, que estão em Filipos, com os bispos e diáconos: Paulo instruiu sobre a ordenação dos bispos (presbíteros, pastores), mas não ensinou sobre a ordenação de mulheres; (1Tm.3;1-5) "1  -  Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. 2 - Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; 3 - Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; 4 - Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia; 5 - (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?);"
A ordenação para o sagrado ministério era realizada pela imposição das mãos do Presbitério. O Presbitério era formado por pastores e presbíteros. Todos eram do sexo masculino. O Presbitério tinha dentre outros atributos ordenar homens para o pastorado (1Tm.4:14).
Não desprezes o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério. Lendo sobre a igreja em Creta vemos que apenas homens foram indicados para o presbiterato (pastoreio) (Tt.1:3).  Mas a seu tempo manifestou a sua palavra pela pregação que me foi confiada segundo o mandamento de Deus, nosso Salvador;
Nas epístolas de Pedro não se encontra nenhuma menção às mulheres, como apascentadoras do rebanho. (1Pe.5:1-4);
1 - Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar:  "2 - Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; 3 - Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho; 4 - E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória."
I Tiago não diz que as “ presbíteras”, “bispas” fossem chamadas para orarem pelos enfermos. Está dito: Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; “chamem os presbíteros...”(estes exercem a função pastoral) (Tg.5:14).
O escritor aos Hebreus não menciona mulheres entre os guias da igreja, (Hb.13:7,17) "7 - Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver. 8 - Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente. 9 - Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas, porque bom é que o coração se fortifique com graça, e não com alimentos que de nada aproveitaram aos que a eles se entregaram; 10 - Temos um altar, de que não têm direito de comer os que servem ao tabernáculo. 11 - Porque os corpos dos animais, cujo sangue é, pelo pecado, trazido pelo sumo sacerdote para o santuário, são queimados fora do arraial. 12 - E por isso também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta. 13 - Saiamos, pois, a ele fora do arraial, levando o seu vitupério. 14 - Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura. 15 - Portanto, ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome. 16 - E não vos esqueçais da beneficência e comunicação, porque com tais sacrifícios Deus se agrada. 17 - Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil."
Ele convoca o rebanho para olhar para o passado e lembrar dos guias (pastores) que no passado estiveram entre eles, pastoreando.
Na igreja primitiva não havia [...]pastoras, bispas, presbíteras, apostolas.(?)

Isto é modismo dos últimos tempos.
Aquele que ser grande seja o 'menor' seja servo. Portanto, a mulher não recebeu de Deus autoridade para pastorear, não recebeu o chamado para fazer isto. Ora, então, nesse caso elas têm seguido aos apelos de seu próprio coração. Vaidade. Elas se apresentam deliberadamente ou são seduzidas para exerceram o ofício para o qual não foram ungidas por Deus. Observe os argumentos e os versículos fora de contexto... Reconhecer que eram e éramos pode parecer e é difícil  à aquelas que já foram ordenadas. Vamos julgar o que é certo se o próprio Deus inspirou homens a escreverem as Escrituras Sagradas e ela afirma que passarão céus e terra mas a minhas palavras jamais hão de passar. Julgue por si. Estaria Deus em algum livro equivocado?

[...] Sejamos Bereanos, busquemos fazer o que é certo.
Shalom Adonai

domingo, outubro 30, 2011

RESPONSABILIDADE EM SER CRISTÃO VERDADEIRO


Nos últimos tempos temos visto algo muito interessante,  alguns famosos  tem buscado alternativas para suas vidas,  abriu-se um novo leque, uma nova perspectiva  para muitos deles, o meio GOSPEL.  Se tornar evangélico tem sido a saída para muitos que se encontram já na obscuridade da fama, cantar músicas gospel, dar palestras em igrejas, se tornarem pastores ou pastoras, fundar igrejas, voltar à mídia onde os evangélicos atualmente estão detendo o controle de redes de TV, jornais, gravadoras. Evangélicos esses que agora podem ficar mais próximos dos artistas, falar com eles, ouvirem suas músicas, ou suas mensagens nas igrejas, nos estádios, ou grandes auditórios, casas de shows em eventos gospel. Enfim, como isso tem feito com que muitos se reergam das cinzas para os holofotes e finalmente retomar a fama. Felizmente temos testemunhos de muitos que pelos frutos e pela forma como levam sua vida como cristãos, mostram sua sinceridade e realçam a luz de Jesus em suas vidas. Digo isso porque entendo que não adianta ser somente evangélico, mas tem que ser cristão. Vejo que ser evangélico hoje está na moda, ser evangélico hoje é interessante para alguns pois a boa fama que a palavra “evangélico” associa, pode trazer alguns benefícios para a imagem de alguns artistas, que de alguma forma, tiram vantagem dessa condição.
Tive a oportunidade de estar com o cantor da jovem guarda Wanderley Cardoso, na época eu era pastor da Baptist Church of Harrison, em New Jersey, USA,  convidei-o  para estar na igreja e dar seu testemunho de sua conversão, cantar as canções de seu CD, pudemos conversar no tempo que ficou em minha casa hospedado, percebi que havia realmente sinceridade em seu coração, tanto que vemos  isso atualmente, pois continua firme na palavra e dando o testemunho de um verdadeiro cristão aonde quer que vá. Ao contrário de alguns que não quero citar o nome, aproveitaram o máximo que puderam do meio evangélico e quando tiveram oportunidade de voltar para a mídia secular, simplesmente trocaram de lado e lá se encontram, até que  as coisas piorem de novo, e quem sabe, o mundo evangélico os receba de novo de braços abertos.

O cristão de verdade, ele não é somente um seguidor, mas…É
discípulo. Nos tempos do Senhor Jesus, muitos O seguiam, para comer do pão, do peixe, e ter algum beneficio material, mas os discípulos verdadeiros, O buscavam afim de serem salvos, não negando o Senhor até na sua morte de cruz.
 Não acho ruim que famosos venham assumir a sua fé em Cristo, os famosos também tem alma assim como nós, os anônimos, mas devemos lembrar que, não é o evangelho que tem que se adequar a nós, mas somos nós que devemos nos sujeitar ao evangelho, e isso serve tanto para os famosos quanto para nós, os anônimos.
Diferentemente de nós, famosos que assumem a fé em Cristo, tem uma responsabilidade maior, pois enquanto o nosso testemunho atinge algumas dezenas ou centenas de pessoas, o testemunho dos famosos, chegam a milhões de pessoas, o cuidado que os famosos tem que ter, é não se tornar uma pedra de tropeço para muitas vidas, e sim, ser um instrumentos de bênção.
Curioso que encontramos situações inversas, pessoas que começam a despontar no meio evangélico e acabam migrando para o mundo secular, iniciam em corais, bandas gospel, etc. O que quero dizer é que tanto de um lado como do outro, tudo gira por interesse, dinheiro, fama.
“O que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca de sua alma?” Mateus 16: 26.

Outra questão em pauta é a incongruência entre louvor espiritual e o comercial, o que pode mexer com o emocional independente do conteúdo teológico, o que deixa de ser importante, bastando que seja feita a rima necessária e fique bonito para os ouvidos e principalmente comercialmente viável.
O pastor e escritor Ciro Sanches Zibordi escreveu em seu blog uma análise bíblica sobre a canção Ressuscita-me de Aline Barros, canção que faz parte do CD “Extraordinário Amor de Deus” que já recebeu o Disco de Diamante pela vendagem de mais de 300.000 cópias.
A canção é uma das mais tocadas nas rádios de todo o Brasil e faz uma comparação entre a história de Lázaro, e de uma pessoa que está em cavernas, e precisa ver os sonhos ressuscitados.
Zibordi que é autor do livro “Erros que os Adoradores Devem Evitar” só encontra divergências bíblicas no título da canção e no refrão.
Veja a análise:
A canção “Ressuscita-me” tem sido bastante entoada pelos evangélicos. Sua melodia é bonita e envolvente — admito —, mas a sua letra está de acordo com as Escrituras? Tenho recebido vários pedidos por e-mail para analisá-la. E resolvi atender a essas solicitações.
Adianto que esta abordagem respeita a licença poética, mas prioriza a Palavra de Deus (1 Co 4.6; At 17.10,11; Gl 1.6-8). Afinal, como crentes espirituais, devemos discernir bem tudo (canções, pregações, profecias, milagres, manifestações, etc.), a fim de retermos somente o que é bom (1 Co 2.15; 1 Ts 5.21).
“Mestre, eu preciso de um milagre. Transforma minha vida, meu estado. Faz tempo que eu não vejo a luz do dia. Estão tentando sepultar minha alegria, tentando ver meus sonhos cancelados”. Não vejo problemas no início da composição em análise, visto que todos nós, mesmo salvos, passamos por momentos difíceis em que nos sentimos perseguidos, isolados, como que presos em um lugar escuro, sufocante, “no vale da sombra da morte” (Sl 23.4). Nessas circunstâncias, é evidente que ansiamos por um grande milagre.
“Lázaro ouviu a sua voz, quando aquela pedra removeu. Depois de quatro dias ele reviveu”. Aqui, como se vê, a construção frasal não ficou boa. Quem removeu a pedra? Com base na licença poética, prefiro acreditar que o compositor referiu-se aos homens que removeram a pedra, naquela ocasião (Jo 11.39-41), haja vista Lázaro, morto e amarrado, não ter a mínima condição de fazer isso — segundo os historiadores, aquela pedra pesava cerca de quatro toneladas.
A oração cantada prossegue: de um“Mestre, não há outro que possa fazer aquilo que só o teu nome tem todo poder. Eu preciso tanto de um milagre”. Algum problema, aqui? Não.
“Remove a minha pedra, me chama pelo nome”. Os problemas começam aqui. Se o compositor tomou a ressurreição de Lázaro como exemplo, deveria ter sido fiel à narrativa bíblica. É claro que Deus remove pedras grandes, como ocorreu na ressurreição do Senhor Jesus (Mc 16.1-4). Mas, no caso de Lázaro, quem tirou a pedra foram os homens, e não Deus (Jo 11.41)!
Aprendemos lições diferentes com as circunstâncias que envolveram as aludidas ressurreições. Fazendo uma aplicação espiritual, há algumas pedras que Deus remove (como na ressurreição de Jesus), mas há outras que o ser humano deve revolver (como na ressurreição de Lázaro). Em outras palavras, Deus faz a parte dEle, e nós devemos fazer a nossa (Tg 4.8; 2 Cr 7.13,14).
“Muda a minha história. Ressuscita os meus sonhos. Transforma a minha vida, me faz um milagre, me toca nessa hora, me chama para fora”. Clichês comerciais e antropocêntricos não podem faltar em gospel hits: “muda a minha história”, “sonhos”, etc. Como já falei muito sobre esse desvio em meu livro "Erros que os Adoradores Devem Evitar", evitarei ser ainda mais “antipático”. Mas é importante que os compositores cristãos aprendam que os hinos devem ser prioritariamente "cristocêntricos".
“Ressuscita-me”. Aqui vejo a principal incongruência do cântico, a qual não pode ser creditada à licença poética. Pedir a Deus: “ressuscita os meus sonhos”, no sentido de que eu me lembre das suas promessas, e volte a “sonhar”, a ter esperança, a aspirar por dias melhores, etc. — a despeito do que afirmei sobre o "antropocentrismo" —, até que é aceitável. Mas não posso concordar com a súplica: “Ressuscita-me”. Por quê? Porque, o salvo em Cristo já ressuscitou, espiritualmente, e não precisa ressuscitar de novo!
Quer dizer, então, que a aplicação feita pelo compositor é contraditória? Sim, pois, em (Cl 3.1), está escrito: “se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus”. O que é o novo nascimento? Implica morte para o pecado (Cl 3.3) e ressurreição para uma nova vida (Rm 6.4). Essa analogia da nossa preciosa salvação — pela qual temos a certeza de que estamos mortos para o pecado, e já ressuscitamos para o nosso Deus — não pode ser posta em "dúvida" para atender a anseios antropocêntricos. Por isso, a oração “Ressuscita-me” se torna, no mínimo, despropositada.
Alguém poderá argumentar: “Ora, a Bíblia não diz, em (1Cor 15), que vamos ressuscitar? Por que seria errado pedir isso para Deus?” Bem, o sentido da ressurreição, no aludido texto paulino, é completamente diferente do mencionado na composição em apreço. Paulo referiu-se à ressurreição literal daqueles que morrerem salvos, em Cristo (vv.51-55; 1 Ts 4.16,17). Hoje, em vida, não esperamos ser ressuscitados, pois já nos consideramos “como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6.11).
Aqui foi citado um caso, pensem em quantos mais existem sem a menor preocupação de análise exegêtica e teológica. Creio que os autores que nem sempre são os cantores, estão mais preocupados quanto ao aspecto comercial do que outra coisa.

[...]Vejam bem, nos dois casos acima citados, graças a Deus temos aqueles que colocam suas vidas na total dependência de Deus,  se tornando verdadeiros Cristãos para assim serem usados para a honra e glória do nome do Senhor.
Isso não é FICÇÃO, mas sim a pura VERDADE...  





sexta-feira, outubro 28, 2011

HÁ MUITA VERDADE NISSO....SÓ RINDO...

A história que vou relatar trará com toda certeza, à lembrança de todos, fatos já ocorridos em nossas repartições públicas, que nos lembram do descaso a morosidade e a falta de compromisso e não cumprimento das responsabilidades advindas do cargo que ocupam, a população que se lixe, é o que muitos dizem olhando pra sí próprios e seus fundilhos, que se não estiverem rasgados, o resto que se dane.

Bem, acredito que FICÇÃO, seria acreditar que um dia será diferente, essa é a VERDADE. 


 

Dois leões fugiram do Jardim Zoológico. Na hora da fuga, cada um tomou um rumo diferente, para despistar os perseguidores. Um dos leões foi para as matas e outro foi para o centro da cidade. Procuraram os leões por todo o lado, mas ninguém os encontrou. Tinham-se sumido.
Depois de uma semana, para surpresa geral, o leão que voltou foi justamente o que fugira para as matas. Voltou magro, faminto e alquebrado. Foi preciso pedir a um deputado que arranjasse vaga no Jardim Zoológico outra vez, porque ninguém via vantagem em reintegrar um leão tão carcomido. Assim, o leão foi reconduzido à sua jaula.
Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrou do leão que fugira para o centro da cidade, quando um dia, o bicho foi recapturado. E voltou para o Jardim Zoológico gordo, sadio, a vender saúde. Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para a floresta perguntou ao colega:
- Como é que conseguiste ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com essa saúde? Eu, que fugi para a mata, tive que pedir clemência, porque quase não encontrava o que comer... Como é que... vá, como foi?"
O outro leão então explicou:
- Enchi-me de coragem e fui esconder-me numa repartição pública. Cada dia comia um funcionário e ninguém dava por falta dele."
- E por que voltaste então para cá? Tinham acabado os funcionários?"
- Nada disso. Funcionário público é coisa que nunca acaba. É que eu cometi um erro gravíssimo. Tinha comido o diretor geral, um diretor de serviços, um chefe de divisão, um chefe de repartição, um chefe de seção, funcionários diversos, e ninguém deu por falta deles! Mas, no dia em que eu comi o que servia o cafezinho
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quinta-feira, outubro 27, 2011

A IMAGEM DA PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS, FATALIDADE OU PROFECIA

Atendendo uma sugestão do meu irmão e amigo, Pr. César Tácio, da 3.a Igreja Batista de Petrópolis, RJ e também policial civil, preocupado com uma notícia que circulou na mídia recentemente, questionou a legitimidade dos fatos, seria FICÇÃO OU VERDADE o que tão amplamente foi noticiado. O assunto se trata do massacre de cristãos por mulçumanos na Nigéria

"Sereis odiados de todos por causa do meu nome, mas aquele que perseverar até o fim, será salvo." Marcos 13:13

É repugnante como isso ainda acontece nos dias atuais, onde a democracia e a liberdade de expressão não existe para todos nesse mundo de Deus. As informações veinculadas estão um pouco desencontradas com relação ao número de mortes, mas acredita-se que passam de 500 mortes.

Pelo menos 528 agricultores de aldeias cristãs foram assassinados desde sábado em confrontos com pastores muçulmanos no centro da Nigéria, o país mais populoso da África. Em pelo menos três aldeias ao sul de Jos, capital do Estado de Plateau, homens, mulheres e bebês foram cortados a golpes de facão e tiveram seus corpos queimados.


O presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, ordenou que a polícia nigeriana ficasse em estado de alerta máximo para impedir novos ataques. O Vaticano manifestou "dor e preocupação" pela "horrível violência", mas seu porta-voz, Frederico Lombardi, evitou fazer comentários de natureza étnica ou religiosa. John Onaiyekan, arcebispo nigeriano da capital, Abuja, disse que a onda de violência é "um clássico conflito entre pastores e agricultores, só que, neste caso, os pastores são todos muçulmanos e os agricultores são todos cristãos". Segundo ele, as pessoas foram mortas "por reivindicações sociais, não por religião".

Peter Gyang, morador da aldeia de Dogo Nahawa, a mais afetada pelos ataques, disse que os pastores "dispararam para assustar as pessoas e, em seguida, mataram todos com golpes de facão". Segundo ele, o ataque começou às 3 horas (horário local) e durou até as 6 horas.


Durante todo o período, "não foi visto nenhum policial". O Fórum dos Cristãos do Estado de Plateau publicou um comunicado no domingo no qual acusa o Exército nigeriano de passividade diante dos ataques. "Por que os soldados não intervieram?", perguntou a ONG.

 A região já estava sob toque de recolher, que durava das 18 horas às 6 horas, desde janeiro, quando 326 pessoas morreram em confrontos semelhantes nos arredores de Jos, segundo a polícia.

Acredito ser esse fato uma VERDADE, e infelizmente está longe de ser FICÇÃO, o que me faz questionar, é como não se faz nada a respeito.

 Esse confronto é o mais recente episódio do confronto étnico-religioso na região, que opõe cristãos e animistas a pastores muçulmanos fulanis na disputa pela exploração de terras de cultivo.

O caso do pastor Yousef Nadarkhani, também muito divulgado pela mídia, nos deixa profundamente preocupados de, ao ser cristão e professar a fé em Jesus Cristo, se torna réu de condenação e morte, o pastor Yousef ainda corre risco de condenação, pois seu processo será julgado novamente pelo Supremo Tribunal do Irã que pediu para que o Tribunal local fornecesse informações completas sobre a acusação.


 O pastor iraniano está preso desde 2009 acusado de ter traído o Islã ao se tornar cristão. Por não ter negado a Jesus Cristo ele já estaria condenado à morte por forca, mas os protestos que esse caso gerou no mundo todo têm impedido que a sentença seja executada.

O que nos conforta é que a vitória está com aquele que fica firme no Senhor, perseguições virão, sabemos que os finais dos tempos está próximo em consonância com a palavra. Deixo abaixo alguns textos relacionados ao tema:

  1.   A formação do Estado de Israel em 1948 (Ezequiel 37)
  2.  Aumento das viagens e progresso da ciência (Daniel 12:4)
  3.  O sinal do engano (Mateus 24)
  4.  Guerras e rumores de guerras, epidemias e terremotos            (Mateus 24)
  5.  A grande apostasia (1 Timoteo 4:1-4)
  6.  O florescimento do deserto (Isaías 35, 41 e 43)
  7.  Ataque da Rússia e seus aliados a Israel (Ezequiel 38 e 39)
  8.  A reconstrução do templo judeu em Jerusalém (Mateus 24 Daniel 11)
  9. A reconstrução da Babilônia (Apocalipse 14, 16 e 18)
  10. Tornados, furacões e alterações no clima da Terra (Lucas 21)

Concluindo: Vemos que tudo isso infelizmente é VERDADE, FICÇÃO seria imaginar tais fatos não estarem ocorrendo nos dias atuais, precisamos sim, estar rogando ardorosamente ao nosso Deus para que minimize os sofrimentos dos seus filhos, pois essas aflições muitos hão de passar. Qual seria a ação devida, qual o socorro para tamanha crise.
“Na minha angústia, invoquei o SENHOR, clamei a meu Deus; ele, do seu templo, ouviu a minha voz, e o meu clamor chegou aos seus ouvidos. Então, a terra se abalou e tremeu, vacilaram também os fundamentos dos céus e se estremeceram, porque ele se indignou.” 2 Samuel 22:7-8
“Se não houver fé e confiança em Deus não estareis seguros, não tereis descanso, mas ansiedade, agitação, medo, desanimo, derrota” Fp 4:5-7.


 Mandem sugestões, compartilhem,  estaremos atentos e procuraremos  nos informar e escrever tudo sobre: FICÇÃO OU VERDADE... AMÉM

quarta-feira, outubro 26, 2011

ALÉM DA IMAGINAÇÃO

Recebemos todos os dias uma gama impressionante de informações, advindas de todos os lados, a mídia de um modo geral não para jamais, por meio escrito, televisivo, internet, cinema, via celular e com a tecnologia cada dia mais avançada, em meio a tanta informação, como detectar o que é ficção e o que é verdade. Para alguns, esse é o século das inventices, descobrimentos dantes, que estavam apenas na fértil imaginação de muitos, vamos assim dizer... Além da Imaginação, hoje convivemos com a realidade dos fatos, existem mais futilidades e desnecessidades (inventei agora), do que relevância das informações proliferadas em forma de que tudo é bom ou faz bem, manipulação do ser, falsas verdades, mensagens subliminares vindas de todos os lados com intenções comerciais e até religiosas, igrejas usando todos os meios possíveis para arrastar os fiéis a uma submissão onde os interesses estão naquilo que possuem e não no que precisam (esse é um assunto que brevemente discutiremos, aguardem). Enfim, onde está a verdade ou o que é ficção? Espero poder compartilhar com muitos e receber comentários e sugestões para os assuntos que posteriormente estaremos tratando no meu blog. Paz a todos...

Eliel Faria